quinta-feira, 3 de março de 2011

Novo blog

Pra você que ainda entra neste blog desativado, acesse www.mangroovee.blogspot.com

Valeu.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

EXTRA, EXTRA!

Amigos e amigas,

Venho por meio desta informar a todos vocês que dentro de alguns dias um outro blog de minha autoria estará no ar!

Peço que vocês o acessem quando ele estiver pronto! O "Nome Provisório" deixará de ser anônimo e será batizado, como mandam os costumes. Isso não quer dizer que ele deixe de existir. Ele ficará firme e forte por aqui, talvez com menos material do que terá o novo, mas vai permanecer na rede.

Sobre o novo blog, ainda não tenho muita coisa para informar. Só sei que o nome ainda não está definido e, por isso, também peço que vocês comentem neste post algumas sugestões de nome para o dito cujo!

Valeu, terráqueos!

Até mais

Beijo no fígado

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sobre o apocalipse, Sarney, Cigano Igor, entre outros...

Cada um tem uma crença, isso é fato. Tem gente que crê em macumba, em reality show, outros acreditam na ida do homem à Lua ou no que o Datena fala na tv. Também há aqueles que colocam crédito nas notícias de que Michael Jackson, To Pac e Elvis estão apenas tirando umas férias em alguma ilha paradisíaca.

Bom, até aí tudo bem, mas não acreditar no apocalipse é um absurdo! Você deve estar se perguntando o por quê dessa minha afirmação. Não vou te explicar, caro leitor, mas sim lhe provar de que ele está muito próximo!

Eis a prova: o sertanejo universitário!


Ainda não está convencido? É com muito pesar que coloco este trecho abaixo para sua simples verificação:

"Você diz que não me ama, você diz que não me quer
Mas fica pagando pau, qual é que é.
Todo dia seu teatro é exatamente igual,
Você finge que me odeia, mas no fundo Paga-Pau."

Depois dessa eu garanto que sua opinião tende a estremecer.

Após ver as sofríveis cenas protagonizadas por Cigano Igor (quem ainda não viu, clicar aqui, por favor), se assustar com os gritos de Joelma, da banda Calypso, e assistir aos desfiles de lingerie do Super Pop, agora temos que ouvir refrões chulos de novas duplas sertanejas cretinas que, por sua vez, estão sob a tutela de produtores ridículos e cheios de ideias mirabolantes e que, como numa gambiarra, colocam gírias e a linguagem da juventude de hoje em letras dessa nova vertente que infecta todas as rádios, sites de toques para celulares e os já cambaleantes programas de domingo.

Antes de tantas catástrofes que estão por vir como a eleição de Gretchen como ministra da cultura, Maísa como garota propaganda do Baú da Felicidade e a beatificação de José Sarney, teremos de passar pela moda do sertanejo universitário. Put your helmet on!

domingo, 2 de agosto de 2009

Em novembro

The Killers vem para o Brasil pela segunda vez.

A banda fará dois shows no país, um no Rio e outro aqui na "terra da garoa", no dia 21.

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,the-killers-confirmam-datas-e-locais-de-shows-no-brasil,411071,0.htm

Death From Above 1979


Se acha que Death From Above 1979 é o nome de um filme ou alguma data histórica perdida no calendário, se engana. Essa é uma dupla canadense de rock, mas que, pela sonoridade que possui, prefiro chamar de banda de rock.

Logo quando surgiu, o DFA1979, como é mais conhecido, foi comparado aos White Stripes, mas na minha opinião, a comparação deve referir-se ao número de integrantes que as bandas possuem, já que pelas características sonoras quase nada pode ser colocado como semelhante.

Formado por Jesse Keeler e Sebastiens Grainger, o Death From Above 1979 tem seu som composto por bateria, baixo, voz e, de vez em quando, piano ou teclado. Os dois músicos que "formavam"o DFA1979 (já que a banda, infelizmente, já acabou) abusam de bateria e baixo hiperativos e vigorosos. Com certeza você deve estar se perguntando se é possível que exista uma banda de rock sem guitarras. Entendo a questão, mas a partir do momento em que se ouve uma música da dupla, essa dúvida é anulada.

Realmente a guitarra não faz nenhuma falta no som produzido pelos dois. O baixo é tocado de maneira mais recheada de riffs, o que não deixa nenhum amante do rock órfão de uma sonoridade mais pesada.

Infelizmente tudo isso só rendeu o EP Heads Up (2002), o álbum You're a Woman, I'm a Machine (2004) e um disco só de remixes e b-sides lançado em 2005, que conta com faixas remixadas por vários artistas, entre eles o líder da banda Queens of the Stone Age, Josh Homme, e também a renomada dupla Justice.

Se você está lendo isso até o final é porque não tem nada mais interessante pra fazer, então vá até o Youtube e veja alguns clipes e shows dos caras. Tem uma penca de coisas por lá.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

"Homenagem ao artista!"

Esse ano a banda Alexisonfire lançou o seu mais novo cd, Old Crows/Young Cardinals, que aparece completamente maduro, se comparado aos do início da carreira. O álbum se apresenta bem reto e direto, mas isso não significa que esteja básico. Muito pelo contrário! Belos arranjos de cordas, bateria e baixo formando uma base bem firme e, principalmente, os dois vocais muito mais equilibrados fizeram com que este cd se mostrasse mais sério e evoluído.

Qualquer excesso que esteja presente em Alexisonfire (2002) e Watch Out! (2004) não aparece em Old Crows/Young Cardinals. E é aí que aparece o problema dele. Extamente a falta desses excessos tiraram um pouco do brilho do álbum. Os vocais ácidos de George Pettit não soam tão agressivos como nos outros trabalhos, a voz de Dallas Green aparece mais lapidada e menos melódica e as guitarras também já não viajam tanto quanto antes, onde, por muitos segundos, pareciam entrar num transe tão intenso.
Embora estes fatos pareçam dignos de serem ultrapassados foram exatamente eles que levaram esta talentosa banda canadense até o patamar que ocupam e, por isso, deveriam aparecer com um pouco mais de incidência em Old Crows/Young Cardinals.

Concordo que toda banda tem a necessidade de se reinventar para não cair no marasmo que tantas outras se deixam levar. É ótimo que o Alexisonfire tenha conseguido evoluir tanto o seu som. Confesso que o novo trabalho me agradou muito, como fez o Crisis, de 2006, que até me arrisco a dizer que seja o álbum que parece ter atingido o ponto ideal da banda. Mas penso que a essência presente exacerbadamente nos outros álbuns se mostra bem mais tímida em Old Crows/Young Cardinals.

Enfim... é um álbum incrível, mas que poderia ser melhor. As faixas que batizam o cd somadas a Born and Raised e Midnight Regulations merecem destaque por suas complexidades, tanto nas letras quanto na parte instrumental. Pra quem quiser conferir uma fatia da novidade da banda, basta clicar aqui, aqui ou aqui. Vale a pena!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Rest in peace...


segunda-feira, 4 de maio de 2009

K.O.


Sem hipocrisia, todos sabem que não tinha time que vencesse o Corínthians!
Isso sim é título! Não perdeu de ninguém, muito menos de bons times como o Palmeiras, São Paulo, São Caetano e Santos.

O Campeonato Paulista é um torneio curto, mas, de grande qualidade. Com certeza o estadual mais acirrado e disputado do Brasil e isso é inegável!

Quando algum desses times perde o título logo se ouve o mesmo discurso escroto: "Deixa o paulistinha pro Corinthians!" Mas quando o Palmeiras precisou sair do jejum de títulos apelou pra que campeonato? E também não sejamos hipócritas de negar que aquele Paulista foi ridículo!

Agora é partir pra cima do Furacão e tranformá-lo em brisa!

Enfim... Aqui é Corínthians! Rumo à Tóquio em 2010!!!

Sem mais.